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Uso do Pasritamig no câncer de próstata metastático resistente à castração: Estudo clínico Compas

O câncer de próstata metastático resistente à castração (CPRCm) é um desafio significativo no tratamento oncológico. Pacientes com essa condição enfrentam limitações nas opções terapêuticas, o que torna essencial a busca por novas alternativas eficazes. O estudo clínico Compas busca trazer avanços importantes ao avaliar o Pasritamig, um medicamento promissor para essa fase da doença.


Neste artigo, vou explicar o que é o estudo Compas, como o Pasritamig atua no câncer de próstata metastático resistente à castração e o que isso significa para pacientes em Florianópolis e região.



O que é o câncer de próstata metastático resistente à castração?


O câncer de próstata é um dos tipos mais comuns entre homens, especialmente após os 50 anos. Quando diagnosticado em estágio avançado, pode se espalhar para outras partes do corpo, caracterizando o câncer metastático.


O tratamento inicial para casos avançados geralmente envolve a redução dos níveis de testosterona, o que é chamado de terapia de privação androgênica (TPA) ou castração. Essa abordagem visa "privar" o tumor do hormônio que estimula seu crescimento.


Porém, com o tempo, alguns tumores se tornam resistentes a essa castração hormonal. Isso significa que o câncer continua a crescer mesmo com níveis baixos de testosterona no organismo. Essa fase é chamada de câncer de próstata metastático resistente à castração (CPRCm).


Pacientes com CPRCm têm algumas opções de tratamento, como Docetaxel, Cabazitaxel , Abiraterona, Enzaltamida, Xogifo e Pluvicto. Contudo algumas dessas linhas podem não estar disponíveis ou não serem indicadas por questões do paciente ou da doença.



O estudo clínico Compas e o Pasritamig


O estudo Compas é um ensaio clínico multicêntrico que avalia a eficácia e segurança do Pasritamig em pacientes com CPRCm.


Pasristamig é um anticorpo bi-específico engajador de células T. Um de seus domínios se liga à KLK2 expressa nas células tumorais prostáticas, enquanto o outro se liga à proteína CD3 presente nas células T. Essa ligação simultânea aproxima as células T das células tumorais, promovendo a ativação imune e a destruição das células do câncer de próstata. 


Objetivos do estudo


  • Reduzir o crescimento tumoral

  • Aumentar o tempo de sobrevida dos pacientes

  • Manter um perfil de segurança aceitável


Critérios de inclusão


Pacientes com mCRPC que receberam todas as terapias de prolongamento da vida para as quais são clinicamente elegíveis e têm acesso


Pacientes podem ter realizado um Inibidor da via do receptor de andrógeno (ARPI) e provavelmente não se beneficiarão de outro tratamento com ARPI; 2 linhas de Taxanos, PSMA-Lutécio e iPARP (se BRCA1/2+). 


OBS: Pacientes que não têm indicação ou acesso ao Cabazitaxel, PSMA-Lutécio e iPARP podem ser considerados elegíveis, desde que já tenham recebido pelo menos Docetaxel e um ARPI, e na opinião do investigador, a melhor opção de tratamento seguinte é a participação em um ensaio clínico. 

 

Critérios de exclusão


Doença metastática visceral 

PSA < 2 


Desenho do estudo


Randomização 2:1 

Pasritamig + BSC (IV)  

Placebo + BSC (IV) 


Mais informações:


WhatsApp para contato: +55 48 99161-8697 



A importância do acesso a pesquisas clínicas em Florianópolis


Participar de estudos como o Compas pode ser uma oportunidade para pacientes terem acesso a tratamentos inovadores antes da aprovação oficial.


O Dr. Marcelo Freitas, referência em oncologia urológica em Florianópolis e região, trabalha para oferecer aos seus pacientes acesso a pesquisas clínicas de ponta. Isso amplia as opções terapêuticas e contribui para o avanço da medicina local.


Se você ou um familiar enfrenta o câncer de próstata metastático resistente à castração, conversar com um especialista que acompanha as novidades científicas pode fazer a diferença.



Close-up de medicamentos oncológicos em bancada de laboratório



Aos pacientes,

Nossa equipe compreende a angústia de um diagnóstico de câncer ou de retorno da doença. Nesse momento, é comum a busca por várias opiniões das especialidades envolvidas no tratamento.

Avaliar a possibilidade de participar de um estudo clínico é uma outra opção, e em muitos casos a melhor opção. Saiba que todos os estudos são internacionais e com a participação dos mais respeitados centros de oncologia dos Estados Unidos e Europa.


Em caso de dúvida entre em contato através dos números:

(48) 3380-4828 ou (48) 99161-8697


 
 
 

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Dr Marcelo Roberto Pereira Freitas - CRM-SC 11062

Médico Oncologista 

 

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